quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

O Futura Da Quimica!!!

Petrobras: Empresa é recordista na extração de óleo em águas profundas.
A Petrobras é um caso raro de empresa de um país em desenvolvimento que conquistou espaço e liderança no mercado mundial. Atualmente, a Petrobras está presente com atividades operacionais ou escritórios em 27 países e ocupa o 14º no ranking entre todas as empresas de petróleo -entre as companhias de capital aberto, a posição da Petrobras melhora ainda mais e a empresa fica em 7º lugar.O embrião para o surgimento da Petróleo Brasileiro S/A, a Petrobras, foi a Lei 2.004, sancionada no dia 3 de outubro de 1953 pelo presidente Getúlio Vargas, que estabelecia o monopólio da União sobre as atividades da indústria petrolífera. A mesma lei determinava, também, que a União tinha autorização para constituir a Petrobras, fato que aconteceu no dia 12 de março de 1954, poucos meses antes do suicídio do presidente Vargas, ocorrido no dia 24 de agosto.


"O Petróleo é Nosso"
Em 2 de abril do mesmo ano, o governo editou o decreto 35.308, aprovando a criação da empresa, que nasceu sob uma grande campanha nacionalista. Durante mais de dois anos, políticos, empresários e sindicalistas favoráveis à criação da companhia participaram da campanha "O Petróleo é Nosso", que se espalhou por todos os Estados do país.A história de nacionalizar a produção dos bens do subsolo, no entanto, é muito anterior à criação da Petrobras. Na década de 30, o escritor Monteiro Lobato escreveu muitos artigos para jornais defendendo a soberania do Brasil em relação à produção do petróleo. No final da década de 30, em um bairro da periferia de Salvador, na Bahia, foi descoberto o primeiro poço de petróleo do Brasil. O bairro recebeu o nome de Lobato, em homenagem a Francisco Rodrigues Lobato, proprietário da fazenda onde foi encontrado o "ouro negro", como era conhecido o petróleo à época.

Petrossauro
Entre 1954 e 1977, a Petrobras reinou sozinha no Brasil. A empresa tinha o monopólio de exploração e produção de petróleo, gás natural e derivados. Foi justamente neste período que a estatal foi acusada por muitos especialistas de ser uma empresa acomodada e ineficiente, recebendo o apelido pejorativo de "Petrossauro": a empresa seria enorme e antiquada, assim como os dinossauros.Durante grande parte da década de 70, os funcionários da Petrobras apresentavam uma produtividade 25% inferior à média registrada na indústria e o Brasil era obrigado a importar petróleo, mesmo tendo uma empresa que detinha o monopólio do setor. A mudança de perfil começou na década de 80, quando a Petrobras passou a investir mais em tecnologia e expandiu os seus negócios.

Auto-suficiência
A Petrobras começou as suas atividades produzindo cerca de 2.700 barris por dia. Mais de meio século depois, a empresa fechou janeiro de 2008 produzindo 1,826 milhão de barris/dia de petróleo. No exterior, no mesmo período, a empresa produziu 227 mil barris por dia de óleo e gás.Além da melhoria em seu desempenho, que pode levar o Brasil à auto-suficiência na produção de petróleo nos próximos anos, a Petrobras também apresenta um grande diferencial, quando comparada às suas concorrentes: a empresa brasileira é recordista mundial na extração de óleo em águas profundas.
Escrito por Manuela Martinez

O que é Alotropia

Oxigênio e ozônio, grafite e diamante, etc

Fábio Rendelucci

Um elemento químico forma alguma substância. Quando a substância é formada apenas por um tipo de elemento ela é chamada de substância simples, lembra-se? Será que um mesmo elemento pode formar substâncias diferentes?A resposta é sim e esse fenômeno é chamado de alotropia. Alótropos são substâncias diferentes formadas pelo mesmo elemento. Esquisito? Garanto que um deles é conhecido de vocês: oxigênio (gás) e ozônio (gás).O oxigênio gasoso - aquele que respiramos - tem fórmula molecular O2 e o gás ozônio - da tão falada camada de ozônio que está toda esburacada - tem fórmula O3. Percebeu que os dois são formados pelo mesmo elemento - oxigênio - e que a diferença entre eles está no número de átomos de cada um?Em casos como O2 e O3, dizemos que são diferentes na atomicidade, ou seja, no número de átomos que a molécula possui, mas esse não é o único caso onde ocorre alotropia, o tipo de arranjo entre os átomos, ou seja, sua disposição geométrica, também pode originar alótropos

Alótropos de carbono

Diamante, grafite, fulerenos, negro de fumo etc.


Júlio César de Carvalho

O que o duro diamante, o macio grafite e os exóticos fulerenos e nanotubos apresentam em comum? São todos alótropos do carbono, isto é, substâncias simples diferentes, compostas por um único tipo de elemento. Veja a tabela a seguir:


Fumo Negro: Cn (estrutura aleatória, com predominância de carbono sp2Cn (folhas paralelas de anéis aromáticos unidos)











Grafite: Cn (folhas paralelas de anéis aromáticos unidos)






Diamante: Cn (cristais com carbono sp3)












Fulereno: C60 é o mais comum, mas existem dezenas de outras moléculas, como C20 e C70.












Nanotubos de carbono: Cn, são tubos com estrutura semelhante às folhas de grafite.









Esses alótropos apresentam em comum uma outra coisa: têm uma infinidade de usos, graças às suas propriedades únicas. Vamos detalhar um pouco desses usos e propriedades:


Carbono amorfo é pigmento preto

O carbono amorfo é uma forma semelhante ao grafite, mas com muitos "defeitos", isto é, sem as extensas folhas que aparecem no grafite. Pode ser preparado de várias formas (e com diferentes graus de pureza), desde a captura de fuligem (o negro de fumo) até a carbonização de material vegetal ou animal, que leva a carvões ativados. Seus usos principais são como pigmento preto, em tintas, alimentos e outros materiais como pneus; e como material desodorizante e filtrante para água e gases, em máscaras.


Grafite tem escrita até no nome

O grafite é composto de extensas camadas de átomos de carbono, que formam folhas com anéis unidos - mais ou menos como uma tela. Essas "telas" de carbono deslizam facilmente umas sobre as outras, e ao escrever com um lápis de grafite o rastro deixado é feito dessas camadas, que vão se espalhando quando o lápis é atritado com o papel. O nome desse mineral vem, justamente, do grego "graphos" que significa escrita. Essa mesma propriedade "deslizante" do grafite permite que ele seja usado como lubrificante, especialmente em altas temperaturas - já que o material resiste a mais de 3000oC antes de começar a fundir. Pelo mesmo motivo e também por conduzir eletricidade com razoável facilidade, o grafite pode ser usado como eletrodo para fornos elétricos, onde conduz corrente elétrica suficiente para fundir metais.

Nanotubos de carbono

Diamantes são a substância natural mais dura que se conhece. São densos e transparentes, quando puros, com um alto índice de refração que espalha a luz com mais eficiência que um prisma de vidro (especialmente depois de habilmente lapidado). Devido à sua dureza, são tradicionalmente usados para cortar outros materiais, e mais recentemente têm sido fabricadas finas camadas de diamante para proteger superfícies muito especiais. Ainda por cima, são isolantes elétricos e excelentes condutores de calor. Mas diamantes não são para sempre, já que, sendo de carbono, podem queimar em chamas suficientemente quentes, em presença de O2.

Fulerenos são bolinhas de carbono

Os fulerenos são o único alótropo molecular do carbono, ou seja, não são formas com milhares de átomos aglomerados. São minúsculas bolinhas com números determinados de átomos de carbono. O C60 é o mais comum, mas existem dezenas de outras moléculas, como C20 e C70. Foram descobertos em 1985, quando cientistas investigavam os tipos de macromoléculas de carbono que poderiam se formar em nebulosas no espaço. Hoje se sabe que há traços de fulerenos em fuligens e em alguns minerais. Ainda não há aplicações comerciais, mas muitas aplicações potenciais.

Nanotubos são fruto da pesquisa com fulerenos.

A pesquisa com fulerenos valeu o Nobel aos pesquisadores, em 1996. E animou o ramo dos alótropos de carbono: hoje há milhares de pesquisadores trabalhando com uma outra forma inusitada de carbono, os nanotubos. Imagine que uma daquelas conhecidas "folhas" de grafite é enrolada na forma de um tubo. Ora, um nanotubo é mais ou menos isso, podendo ser de parede simples, dupla ou múltipla, aberto ou fechado. Esses tubos são quase unidimensionais (possuem um comprimento muito, muito superior à largura) e há diversos protótipos de circuitos eletrônicos, dispositivos e materiais contendo nanotubos. Os prognósticos de produtos para a área médica são muito interessantes. Como se pode ver, o carbono, esse elemento tão conhecido da humanidade, ainda reserva muitas surpresas para o futuro.

Geometria molecular

Distribuição espacial dos átomos em uma molécula
Carlos Roberto de Lana

Para entender o conceito básico da geometria molecular, podemos partir de uma analogia bastante simples, com algumas observações do mundo macroscópico. Sempre que tentamos agrupar aleatoriamente objetos materiais sólidos de determinado formato, notamos que há uma relação direta entre o formato do objeto e o formato final do agrupamento.Assim, quando jogamos esferas em uma caixa, por exemplo, elas tendem a deslizar umas sobre as outras e assumir uma configuração final organizada, adequada ao formato da caixa.Se na mesma caixa jogarmos palitos de fósforo, teremos no final um empilhamento caótico, possivelmente uma pirâmide deformada, sem contornos definidos. Com as moléculas acontece coisa semelhante, só que acrescida de um fator que falta às esferas e fósforos do exemplo. Elétrons e zonas de repulsãoQuando dois ou mais átomos se unem para formar uma molécula, suas eletrosferas entram em contato e o formato de seus orbitais (esféricos ou elípticos) influenciará o formato final da ligação. Só que, neste caso, o formato não é o único fator de influência, já que, ao contrário de nossas esferas e fósforos, as eletrosferas são compostas de elétrons, partículas eletricamente carregadas.Como os elétrons têm carga negativa, se repelem entre si. Esta repulsão eletrostática influencia de modo definitivo a geometria molecular, ou seja, o formato do agrupamento de átomos que constitui a molécula. Este fator de influência das cargas elétricas negativas dos elétrons na disposição geométrica da molécula é chamado de zonas de repulsão.Uma zona de repulsão se cria em torno de uma ligação molecular, ou seja, nas vizinhanças dos elétrons compartilhados pelos átomos que formam a molécula.O efeito das zonas de repulsão tende a formar três disposições geométricas básicas em um molécula apolar (aquela na qual os elétrons não se concentram em pólos): a linear, a triangular plana e a tetraédrica, conforme as três figuras a seguir:

Disposição geométrica linear. Os átomos se posicionam em linha.
Disposição geométrica triangular plana. Os átomos formam um triângulo eqüilátero.

Disposição geométrica tetraédrica. Formato de tetraedro (pirâmide triangular).


Para se determinar a disposição geométrica de uma molécula, basta seguir duas regras simples:1) Escrever a fórmula estrutural;2) Identificar o número de ligações atômicas, que é o mesmo número de zonas de repulsão;Se a molécula tiver até duas zonas de repulsão, a geometria será linear. Se tiver três, será triangular plana e se tiver quatro será tetraédrica.Vejamos alguns exemplos:


1) Molécula de Dióxido de Carbono (CO2)

Fórmula estrutural:


Note que o átomo de carbono estabelece duas duplas ligações, uma dupla ligação com cada átomo de hidrogênio. A molécula de CO2 também pode ser representada conforme abaixo:





Se a molécula possui duas duplas ligações, possui também duas zonas de repulsão, que tendem a se afastar uma da outra, fazendo com que a molécula assuma a disposição geométrica linear, conforme a seguinte figura:


Representação esquemática da molécula de dióxido de carbono, que apresenta geometria linear.

2) Molécula de Trifluoreto de Boro (BF3)

Fórmula estrutural:

Como vemos, o átomo de boro forma três ligações simples, uma com cada átomo de flúor. Assim temos três zonas de repulsão e a geometria molecular é triangular plana, conforme a figura:

Representação esquemática da geometria triangular plana do Trifluoreto de Boro (BF3)

3): Molécula de Metano (CH4)

Fórmula estrutural:

O carbono estabelece quatro ligações simples, uma com cada átomo de hidrogênio, logo temos quatro zonas de repulsão e a geometria molecular é tetraédrica, conforme figura abaixo:
Representação esquemática da molécula de Metano, de geometria tetraédrica.

A geometria é uma ferramenta preciosa para entendermos o universo. Ela nos ajuda tanto a descrever a grandeza cósmica das órbitas planetárias quanto nos auxilia na visão do inimaginavelmente pequeno das formas das moléculas.Um excelente lembrete de que as disciplinas do conhecimento podem ser separadas para melhor administração de currículos escolares, mas que todas devem ser integradas na construção individual do conhecimento.

Um Pouquinho da História da Química



Esta era uma era na qual as culturas Sumérias, Babilônica, Egípcias e Gregas estavam florescendo. Durante a maior parte deste período, o misticismo e a superstição prevalesceram sobre o pensamento científico. Nessa era, muitas pessoas acreditavam que os processos naturais eram controlados por espíritos, e que eles poderiam se utilizar de magia para persuadi-los a agir em seu favor. Muito pouco conhecimento químico foi conseguido, mas alguns elementos tais como o Ferro, Ouro e Cobre foram reconhecidos. Durante este tempo, os filósofos gregos Tales e Aristóteles especularam sobre a composição da matéria. Eles acreditavam que a Terra, Ar, Fogo e Água (alguns acreditavam em uma quinta substância conhecida como "quintessência", ou "éter") eram os elementos básicos que compunham toda a matéria. Pelo fim desta era, as pessoas aprenderam que o Ferro poderia ser conseguido a partir de uma rocha marrom escura, e o bronze poderia ser obtido combinando-se cobre e latão. Isso os levou a imaginar que se uma substância amarela pudesse ser combinada com uma mais dura, Ouro poderia resultar. A crença que o ouro poderia ser obtido a partir de outras substâncias iniciou uma nova era conhecida como Alquimia.

Durante esta longa era, muitos alquimistas acreditaram que metais poderiam ser convertidos em ouro com a ajuda de uma "coisa" chamada "a pedra filosofal". Esta "Pedra filosofal" nucna foi encontrada, até onde se sabe, mas muitas descobertas de novos elementos e compostos foram feitas durante este período. No inísio co sédulo XIII, alquimistas como Roger Bacon, Albertus Magnus e Raymond Lully começaram a imaginar que a procura pela pedra filosofal era fútil. Eles acreditaram que os alquimistas poderiam servir o mundo de uma melhor maneira descobrindo novos produtos e métodos para melhorar a vida cotidiana. Isso iniciou uma corrente na qual os alquimistas pararam de buscar pela pedra filosofal. Um importante líder neste movimento foi Theophrastus Bombastus. Bombastus sentiu que o objetivo da alquimia deveria ser a cura dos doentes.
Ele acreditava que sal, enxofre e mercúrio poderiam dar saúde se combinados nas proporções certas. Este foi o primeiro período da Iatroquímica. O último químico influente nesta era foi Robert Boyle. Em seu livro: "O Químico Cético", Boyle rejeitou as teorias científicas vigentes e iniciou uma listagem de elementos que ainda hoje é reconhecida. Ele também formulou uma Lei relacionando o volume e pressão gos gases (A Lei de Boyle). Em 1661, ele fundou uma sociedade cient;ifica que mais tarde tornaria-se conhecida como a Sociedade Real da Inglaterra (Royal Society of England).

Química Tradicional - Da metade do século XVII ao meio do século XIX

A esta altura, os cientistas estavam usando "métodos modernos" de descobertas testando teorias com experimentos. Uma das grandes controvérsias durante este período foi o mistério da combustão. Dois químicos: Johann Joachim Becher e Georg Ernst Stahl propuseram a teoria do flogisto. Esta teoria dizia que uma "essência" (como dureza ou a cor amarela) deveria escapar durante o processo da combustão. Ninguém conseguiu provar a teoria do flogisto. O primeiro químico que provou que o óxigênio é essencial à combustão foi Joseph Priestly. Ambos o oxigênio e o hidrogênio foram descobertos durante este período. Foi o químico francês Antoine Laurent Lavoisier quem formulou a teoria atualmente aceita sobre a combustão. Esta era marcou um período aonde os cientistas usaram o "método moderno" de testar teorias com experimentos. Isso originou uma nova era, conhecida como Química Moderna, à qual muitos se referem como Química atômica.

Química Moderna - Da metade do século XIX até hoje

Esta foi a era na qual a Química floresceu. As teses de Lavoisier deram aos químicos a primeira compreensão sólida sobre a natureza das reações químicas. O trabalho de Lavoisier levou um professor inglês chamado John Dalton a formular a teoria atônica. Pela mesma época, um químico italiano chamado Amedeo Avogadro formulou sua própria teoria (A Lei de Avogadro), concernente a moléculas e suas relações com temperatura e pressão. Pela metade do século XIX, haviam aproximadamente 60 elementos conhecidos. John A. R. Newlands, Stanislao Cannizzaro e A. E. B. de Chancourtois notaram pela primeira vez que todos estes elementos eram similares em estrutura. Seu trabalho levou Dmitri Mendeleev a publicar sua primeira tabela periódica. O trabalho de Mandeleev estabeleceu a fundação da química teórica. Em 1896, Henri Becquerel e os Curies descobriram o fenômeno chamado de radioatividade, o que estabeleceu as fundações para a química nuclear. Em 1919, Ernest Rutherford descobriu que os elementos podem ser transmutados. O trabalho de Rutherford estipulou as bases para a interpretação da estrutura atômica. Pouco depois, outro químico, Niels Bohr, finalizou a teoria atômica. Estes e outroa avanços criaram muitos ramos distintos na química, que incluem, mas não somente: bioquímica, química nuclear, engenharia química e química orgânica.




Curiosidades da Física

O Sol

A luz do nosso astro-rei demora 8 min e 15 s para chegar até nós.

A distância entre o Sol e a Terra é de 148,45 milhões de quilômetros.

Sua massa é 334,672 vezes maior que massa da Terra, e ele é 109 vezes maior que ela.

Na sua superfície a temperatura chega a 5500 Cº.

Calcula-se que no seu centro a temperatura chega a 15 milhões Cº.

Ele sempre nasce do lado leste.

A Terra

A massa do planeta é 5,9 sextilhões de toneladas! A população é de 5,2 milhões de habitantes.

A Terra é o único planeta que possui água no estado líquido e uma combinação de fatores (oceanos, atmosfera, etc..) que levam ao desenvolvimento de formas de vida.

Distância média da Terra à Lua: 382.166 km.

A Lua

A lua é um satélite natural da Terra e é o astro mais próximo dela.

Ela não tem brilho próprio.

A luz que vemos é a do Sol refletida nela, luz que demora 1,25 segundos para chegar até a Terra.

Lei da Gravitação Universal

Lei da Gravitação Universal

(Isaac Newton - sec XVII)

Mais tarde, Newton, apoiado nas idéias de Kepler, observou que os planetas deviam estar sujeitos a uma força centrípeta, pois não sendo assim, suas trajetórias não seriam curvas (fig. 7.5).
Logo Newton concluiu que essa força era devida à atração do Sol sobre os planetas, deduzindo as Leis de Kepler, que antes disso eram baseadas apenas em observações.
A Lei da Gravitação Universal é uma expressão matemática baseada na força de atração do Sol nos planetas cujo enunciado é:
"Dois corpos quaisquer se atraem com uma força proporcional ao produto de suas massas e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre eles."
Expressão:

F = (Gm1m2)/d²

Onde:
F: força de atração
G: constante de gravitação universal
m1 e m2: massas dos corpos estudados
d: distância entre os corpos

Esta lei estabelece duas relações importantes:

Quanto maior a distância entre dois corpos, menor a força de atração, e vice-versa.
Quanto maior as massas dos corpos, maior a força de atração, e vice-versa.
Da fig. 5 temos que a força F1 de atração que o Sol exerce sobre o planeta é maior que F2 porque a distância que o planeta está do Sol na posição 1 é menor que a distância na posição 2.



Figura 7.5- A força de atração F1é maior do que a força F2 (Lei da Gravitação Universal - Newton).